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quarenta anos de travessias musicais

Um dos mais importantes percussionistas brasileiros, reconhecido pesquisador de ritmos tradicionais e formador de inúmeros percussionistas, Ari Colares celebra quarenta anos de trajetória musical dedicados à investigação, ensino e prática da percussão no Brasil.

 

Bacharel em percussão e Mestre em educação Musical pela USP, iniciou sua carreira como artista aos 17 anos num grupo de teatro popular (Abaçaí – Cultura e Arte), com pesquisas e produção de espetáculos sobre a diversidade de danças populares brasileiras. Ari permaneceu nesse grupo por 25 anos.

 

A partir dessas experiências, passou a ter uma atuação constante como músico e educador, tanto no Brasil quanto no exterior, tocando com importantes nomes da música criativa como Naná Vasconcelos, Monica Salmaso, Benjamin Taubkin, Arnaldo Antunes, Toninho Ferragutti, Egberto Gismonti, Toninho Carrasqueira, Yamandu Costa, Gil Jardim, Ceumar, Pena Branca e Xavantinho, Palavra Cantada, Zizi Possi, Vanessa da Mata e muitos outros.

 

Participou como solista convidado de três concertos da Royal Philarmonic de Londres em São Paulo sob a regência de Ettore Stratta, e de uma série de shows em São Paulo com Wynton Marsalis e Lincoln Center Orchestra, ao lado de Hamilton de Holanda e Nailor Proveta.

 

Participou também de inúmeros projetos com o pianista Benjamim Taubkin – com quem viajou para diversos países, destacando-se Clareira (repertório da Cultura Popular Brasileira com sonoridades universais), Al Qantara (colaboração entre músicos do Brasil e do Marrocos), Co-Bra Project (colaboração entre músicos do Brasil e da Coreia do Sul), América Contemporânea (colaboração entre músicos de diversos países da América Latina) e Orquestra Popular de Câmara.

 

Desde 2004 faz parte do grupo musical A Barca, que vivencia e dialoga esteticamente com diferentes mestres e expressões da Cultura popular brasileira.

 

Lecionou Percussão Popular na Tom Jobim EMESP – Escola de Música de SP, de 1993 a 2017. Atualmente, além de cursos e oficinas no Brasil e no exterior, ministra aulas regulares em seu estúdio e é parte do corpo docente do curso de Música na Faculdade Santa Marcelina, onde exerce também a coordenação da pós-graduação “Percussão Popular - Tradição e Invenção”.

 

Em 2026, lança seu primeiro álbum autoral, Ari Colares e a Canoa, com composições própria e arranjos sobre canções tradicionais de diferentes regiões do Brasil, enriquecidas por participações de músicos que marcaram sua trajetória.

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